O candidato ao governo de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), defende a expansão do uso de câmeras corporais para todos os agentes públicos — incluindo fiscais e políticos —, enquanto adota uma postura crítica e contrária à obrigatoriedade do equipamento especificamente para policiais militares.
Durante a campanha eleitoral de 2026, o posicionamento do atual senador estruturou-se nos seguintes pontos:
Alvos da Medida: Fiscais e Políticos
Monitoramento de fiscais: Cleitinho argumenta que fiscais do Estado, como agentes do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e da Vigilância Sanitária, devem portar câmeras para coibir supostas humilhações e constrangimentos contra trabalhadores e produtores rurais.
Transparência política: Sob o lema "pau que dá em Chico, dá em Francisco", ele propõe que os próprios políticos — incluindo o governador — usem os equipamentos durante reuniões oficiais e assinaturas de contratos públicos para mitigar a corrupção.
Posicionamento sobre a Polícia Militar
Retirada das câmeras: Em debates e entrevistas, Cleitinho afirmou que, se eleito, os policiais militares não utilizarão câmeras corporais.
Foco no combate ao crime: O candidato alega que a prioridade para a segurança pública deve ser o fortalecimento da inteligência, ampliação da estrutura das polícias e o combate direto às facções criminosas, tratando o monitoramento da PM como uma pressão desproporcional sobre as forças policiais.
"Big Brother do Crime": Em contrapartida ao monitoramento dos policiais, ele propõe espalhar câmeras de monitoramento inteligente por todo o estado para vigiar a atuação de criminosos.
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