A indignação dos empresários com o split payment decorrente da reforma tributária gira em torno do fim do uso do imposto como capital de giro, do risco de asfixia financeira e da complexidade tecnológica.
No novo sistema, o imposto (IBS e CBS) é retido de forma automática no momento do pagamento da venda (via Pix, cartão ou boleto), fazendo com que a empresa receba apenas o valor líquido.
Impactos no Caixa e Operação
Fim do fôlego financeiro:
O dinheiro do imposto não chega a transitar pela conta da empresa para ser pago no mês seguinte, eliminando a liquidez temporária que ajudava a girar o negócio.
Margens apertadas:
Negócios com alto volume de vendas e margens reduzidas (como supermercados e atacados) temem falta de recursos para insumos e folha de pagamento.
Erros e burocracia:
Preocupação com falhas sistêmicas, devoluções de produtos ou cancelamentos que resultem em retenções indevidas e processos de ressarcimento lentos.
O Ponto de Vista do Governo
Combate Combate à sonegação: Órgãos oficiais defendem que a medida é essencial para extinguir fraudes, notas frias e evasão fiscal, garantindo neutralidade ao novo IVA.
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Imprensa Livre do Ceará | Jornalismo Independente
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