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A Dexco, gigante brasileira do setor de materiais de construção e dona da marca Deca, anunciou nesta segunda-feira (19) o fechamento de sua fábrica de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco.
É a segunda unidade da companhia no Nordeste a ter o encerramento anunciado em aproximadamente 15 meses.
Em julho de 2025, a empresa já havia desativado a fábrica de João Pessoa, na Paraíba, e concentrado a produção na unidade pernambucana, que agora também será fechada.
A decisão deve provocar demissões, mas a Dexco ainda não informou quantos trabalhadores serão desligados nem quando as atividades serão encerradas. Parte da produção será transferida para Jundiaí, no interior de São Paulo.
O fechamento foi aprovado pelo conselho de administração e comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) por meio de fato relevante.
A Dexco, gigante brasileira do setor de materiais de construção e dona da marca Deca, anunciou nesta segunda-feira (19) o fechamento de sua fábrica de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. É a segunda unidade da companhia no Nordeste a ter o encerramento anunciado em aproximadamente 15 meses.
Em julho de 2025, a empresa já havia desativado a fábrica de João Pessoa, na Paraíba, e concentrado a produção na unidade pernambucana, que agora também será fechadaA decisão deve provocar demissões, mas a Dexco ainda não informou quantos trabalhadores serão desligados nem quando as atividades serão encerradas. Parte da produção será transferida para Jundiaí, no interior de São Paulo.
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O fechamento foi aprovado pelo conselho de administração e comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) por meio de fato relevante
Por que a gigante brasileira decidiu fechar a segunda fábrica?
Segundo a Dexco, a medida faz parte de uma reestruturação do negócio de louças sanitárias para aumentar a eficiência operacional, a competitividade e a rentabilidade no longo prazo.
Em 2 de julho de 2025, quando anunciou o fechamento da fábrica de João Pessoa, a companhia informou que concentraria a fabricação de louças sanitárias no Nordeste em Cabo de Santo Agostinho, sem alterações no portfólio da divisão.
Agora, a unidade de Jundiaí, em São Paulo, que recebeu investimentos em automação, tecnologia e modernização industrial nos últimos anos, assumirá parte dessa produção.
A reorganização também busca priorizar os segmentos em que a marca Deca apresenta maior capacidade de diferenciação e geração de valor.
Apesar da mudança, a empresa afirmou que continuará atuando no mercado de louças sanitárias e manterá um centro de distribuição estratégico para atender o Nordeste, com um portfólio mais amplo de produtos. A localização dessa estrutura não foi informada.
Quantos funcionários serão demitidos com o fechamento da fábrica?
Conforme a Revista Exame, a Dexco não divulgou o número de trabalhadores que serão atingidos pelo encerramento da unidade de Cabo de Santo Agostinho.
Em nota, a companhia reconheceu os impactos da decisão sobre os funcionários e a comunidade local.
“A companhia reconhece o impacto da decisão sobre os colaboradores e a comunidade local e está estruturando um processo de transição responsável e apoio à recolocação profissional”, informou.
O plano de apoio aos profissionais desligados também prevê benefícios adicionais e suporte para a busca de novas oportunidades no mercado de trabalho.
A empresa não detalhou o cronograma de desativação nem os custos previstos para o fechamento. Os impactos financeiros ainda estão sendo calculados e serão registrados como despesas não recorrentes nos balanços.
Quem é a Dexco, gigante brasileira dona da Deca?
Antiga Duratex, a Dexco atua no setor de materiais de construção, com produtos utilizados em obras, reformas e acabamentos há mais de 70 anos.
A companhia é dona da Deca, marca conhecida pela fabricação de louças sanitárias e metais para banheiros e cozinhas.
Seu controle acionário está dividido principalmente entre dois grupos: um ligado à Itaúsa e às famílias Setubal e Villela, com 40,8% do capital, e outro pertencente à família Seibel, com 20,4%.
As ações da empresa são negociadas na Bolsa de Valores brasileira sob o código DXCO3.
Na segunda-feira (19), às 10h39, os papéis registravam alta de 2,28%, cotados a R$ 7,61. Embora o movimento tenha ocorrido no mesmo dia do anúncio, não é possível atribuir a valorização exclusivamente ao fechamento da fábrica.
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Imprensa Livre do Ceará | Jornalismo Independente
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