Os funcionários da Caixa Econômica Federal têm histórico de protestos e forte oposição contra o uso político do banco e contra as indicações do deputado federal Arthur Lira.
Recentemente, no contexto da greve nacional da categoria deflagrada em setembro de 2026, parlamentares e entidades voltaram a criticar publicamente a postura do atual presidente da instituição, Carlos Vieira, que foi indicado ao cargo por Lira.
A oposição dos bancários e de suas respectivas entidades representativas apoia-se em pontos centrais:
Defesa do caráter público e social: Entidades como a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) e sindicatos divulgaram notas oficiais e promoveram mobilizações reafirmando que o banco público não deve servir como "moeda de troca" ou loteamento político para garantir apoio ao governo no Congresso Nacional.
Oposição à gestão de Carlos Vieira: Desde a nomeação de Vieira (que substituiu Rita Serrano após pressões do Centrão), os trabalhadores criticam o que chamam de "insensibilidade" da diretoria em negociações trabalhistas importantes, envolvendo reajustes salariais, planos de saúde e denúncias de metas abusivas.