A Organização dos Estados Americanos (OEA) enviará uma Missão de Observação Eleitoral (MOE) para acompanhar as eleições gerais e presidenciais brasileiras de outubro de 2026. Esta será a quinta missão da OEA no país desde 2018. 

Diferente de uma fiscalização partidária, a atuação dessas missões internacionais é técnica e visa acompanhar a transparência do pleito. 

Como funcionará a observação da OEA?

Chefia da Missão: O grupo será liderado por José Miguel Insulza, ex-secretário-geral da OEA e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile.

Etapas monitoradas: Os observadores checam desde a preparação das urnas eletrônicas até a votação e a totalização dos votos. Eles cobrem o primeiro turno (4 de outubro) e um eventual segundo turno (25 de outubro). 

Garantias: O governo brasileiro assinou um acordo oficial de cooperação com a OEA garantindo imunidades e privilégios diplomáticos aos especialistas da organização durante os trabalhos no país. 

Outras missões internacionais confirmadasO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) credenciou ao todo sete organizações internacionais independentes para observar o processo de 2026: 

Organização dos Estados Americanos (OEA)União Europeia (UE)Parlamento do Mercosul (Parlasul)Centro CarterLiga dos Estados ÁrabesRede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP)União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore