A Casa Branca atribuiu nesta quinta-feira (30) a “políticas globalistas de extrema esquerda” do governo da Espanha a crise migratória na cidade espanhola de Ceuta, onde milhares de migrantes procedentes do Marrocos cruzaram de forma irregular o quebra-mar fronteiriço em direção ao enclave espanhol localizado no norte da África.

“O presidente Donald Trump vem advertindo a Europa há algum tempo sobre as consequências de continuar implementando políticas globalistas de extrema esquerda, como facilitar a migração em massa”, disse à agência EFE Ana Kelly, vice-porta-voz da Casa Branca.

“A Espanha e outros países que adotaram essa filosofia destrutiva deveriam retificar imediatamente ou se arriscam ao seu próprio desaparecimento”, acrescentou.

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Nesta quinta-feira, circularam pelo mundo imagens de milhares de imigrantes que chegavam do Marrocos rompendo cercas em Ceuta para entrar no território espanhol, o que gerou reações pela Europa.

O governo da Itália e Geert Wilders, líder do partido holandês de direita nacionalista PVV, sugeriram a retirada da Espanha do Espaço Schengen, a zona de livre circulação entre 29 países europeus.

Segundo informações da agência Reuters, a Espanha e o Marrocos reforçaram a segurança na cerca fronteiriça após a chegada de cerca de 60 mil pessoas por mar e terra em um único dia e a localização de pelo menos 43 corpos na água.

De acordo com o Ministério do Interior da Espanha, cerca de metade dos imigrantes que entraram em Ceuta já retornou ao Marrocos.

FONTE/CRÉDITOS: Gazeta do Povo