As estatais federais brasileiras registraram um déficit primário recorde de R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre de 2026, o maior da série histórica do Banco Central do Brasil iniciada em 2002.

O resultado negativo foi intensificado por problemas fiscais em empresas do grupo, como os Correios.

Contexto e Dados do Rombo

Valor acumulado: R$ 7,8 bilhões negativos entre janeiro e junho de 2026.

Superação de recordes: O resultado parcial do ano já supera o déficit total de anos anteriores fechados, ultrapassando o prejuízo de 2024 (R$ 6,73 bilhões) e de 2025.

Principais fatores: Analistas e relatórios apontam o agravamento da crise financeira em companhias federais específicas, a exemplo dos Correios, somado a debates sobre custos operacionais e diretrizes de gestão.

O que entra na conta: O indicador fiscal do Banco Central engloba as empresas controladas pela União, excluindo grandes capitalizadas como Petrobras, Eletrobras e os grandes bancos públicos (Caixa e Banco do Brasil).