O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pichou o muro da Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (13), com palavras de ordem contra o governo do presidente Donald Trump, em um protesto que também teve a presença de pessoas vestidas de palhaço. A Polícia Civil investiga o caso, tenta identificar os responsáveis e confirmou ainda um princípio de incêndio, já extinto, na área da representação diplomática.

A pichação foi confirmada pelo próprio MST e atribuída à sua juventude e ao “Levante Popular da Juventude” que escreveram em português e inglês a frase “EUA fazem guerra e lucram com a morte”. Cartazes e outros materiais utilizados no protesto foram recolhidos pela perícia, enquanto nenhum suspeito havia sido identificado até o momento.

A Embaixada do país em Brasília afirmou que trabalha com as autoridades locais para apurar o caso e que "os EUA continuam comprometidos em dialogar com o povo brasileiro e em garantir a segurança de nossos funcionários e instalações" 

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A pichação foi registrada na 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul do Plano Piloto de Brasília, que busca esclarecer quem participou da manifestação e quais foram as circunstâncias do princípio de incêndio.

Durante a ação, os jovens do MST portaram um cartaz com os dizeres “Indústria da Guerra dos EUA = mortes, fome e a destruição da natureza”, acusando o país norte-americano de financiar fortemente o fornecimento de armamentos bélicos no mundo.

Na mesma publicação, o movimento afirma que a ação ocorreu de forma “coletiva e pacífica”, em que a “juventude organizada protesta contra a indústria bélica e política imperialista dos EUA, que são os grandes responsáveis pela morte de milhares de pessoas, pela guerra, pela fome e por bloqueios e sanções criminosas contra os povos da América Latina e do mundo”.

FONTE/CRÉDITOS: Gazeta do Povo